FC Porto,sad
Já sabemos que um dos terrenos preferidos da pandilha multiculturalista é o desporto, e o futebol em particular. Selecções coloridas (se forem europeias, claro, porque as africanas nunca têm um branco) e muita mestiçagem é o ideal dos traidores que comprometem o futuro da raça branca. Transformado cada vez mais numa indústria como qualquer outra, em que os capitalistas riem enquanto se devoram, o futebol reveste esse carácter abastardante a nível de selecções e de clubes. Não foi por acaso que os eurocratas deram razão a Bosman, esse obscuro jogador cujo processo abriu caminho à livre circulação de atletas. Alguns anos depois do célebre caso, o que temos são clubes completamente descaracterizados, desprovidos de qualquer identidade. No caso português ressalta o Nacional da Madeira onde, na época passada, existia um jogador nascido na Madeira.
Os ditos grandes sofrem o mesmo problema. Tenho deixado progressivamente de assistir a jogos de futebol e olho com pesar a decadência racial dos clubes portugueses. No caso do FCPorto, que poderia ser um exemplo de afirmação de identidade (sobretudo tendo em conta que os seus dirigentes sempre fizeram questão em frisar a especificidade geográfica e cultural do mesmo), a situação é miserável. Uma armada de sambistas, alguns deles pretos. Um cigano. Mais alguns pretos. E, como se não bastasse, um turco. Mas, como pelos vistos não bastava, este ano foi-se buscar um marroquino. Fala-se na dispensa de Sonkaya, mas caso ele continue talvez seja altura de pensar em reformulações no Dragão. O estádio da Luz teve a sua capela no tempo do sr. damásio. Virá o estádio do Dragão a comportar uma pequena mesquita ainda no tempo do sr. Costa?
Os ditos grandes sofrem o mesmo problema. Tenho deixado progressivamente de assistir a jogos de futebol e olho com pesar a decadência racial dos clubes portugueses. No caso do FCPorto, que poderia ser um exemplo de afirmação de identidade (sobretudo tendo em conta que os seus dirigentes sempre fizeram questão em frisar a especificidade geográfica e cultural do mesmo), a situação é miserável. Uma armada de sambistas, alguns deles pretos. Um cigano. Mais alguns pretos. E, como se não bastasse, um turco. Mas, como pelos vistos não bastava, este ano foi-se buscar um marroquino. Fala-se na dispensa de Sonkaya, mas caso ele continue talvez seja altura de pensar em reformulações no Dragão. O estádio da Luz teve a sua capela no tempo do sr. damásio. Virá o estádio do Dragão a comportar uma pequena mesquita ainda no tempo do sr. Costa?

2 Comments:
Tens inteira razao!
E viva o Athletic de Bilbo!
Saudacoes
Agora já podemos dizer,no sul, que o FCP joga com mouros! Ou melhor ainda com marroquinos!
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