Quarta-feira, Julho 12, 2006

Solidariedade com a União Indiana

183 mortos e à volta de 600 feridos, é o balanço mais recente dos ataques terroristas ao metro de Bombaim. Mais uma vez, os cães mafométicos levaram a cabo uma das suas acções caracteristicamente cobardes. A rafeirice do monoteísmo, do espírito de rebanho, tão bem caracterizado por Nietzsche. Não existem inocentes? A acreditar num célebre dito de um tchekista, não. "Todos os indivíduos têm direito a uma ordem de execução. Mesmo aqueles que levaram a vida a passá-las para os outros." Era isto, aproximadamente, o que ele dizia. Típico do terror leninista e estalinista, porque não foi apenas o segundo. O primeiro dos camaradas também sabia o que dizia quando falava de terror. Não existem, portanto, vítimas inocentes? Para os seguidores de Mafoma parece ser assim. Os infiéis não possuem direito de existência. Como retribuir tão gentil trato? Com medida idêntica. Por vezes, a violência é o único caminho de salvação. Morrem civis "inocentes" no Iraque? No Afeganistão? E depois? A aviação israelita mata dois civis no Líbano? E depois? Exigimos o mesmo direito à resistência proclamado pelos islâmicos. Na defesa da nossa terra não podemos transigir. E, nesse combate, há que procurar os que nos estão próximos. A Índia, vítima da agressão islâmica há séculos, e ontem cobardemente atingida, mais uma vez, é o aliado mais que natural do Ocidente na defesa da civilização contra a selvajaria e a demência dos fanáticos de deus.